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domingo, 15 de janeiro de 2012

AS PRIMEIRAS CHUVAS E A SUSTENTABILIDADE NO AMBIENTE DA CHAPADA

As primeiras chuvas eventuais que em geral ocorrem no início do ano aqui, na   Chapada do Araripe, cariri cearense demonstram visivelmente a eficiência no aproveitamento das águas pelos sistemas naturais e biológicos no sentido de garantir a sustentabilidade dos recursos naturais e, consequentemente o encantamento dos "ecocenários" tão singulares  dessa região.






O cenário parece verdejar como por um encanto, rapidamente o ambiente viceja em toda a sua diversidade parecendo anunciar que uma "festa na natureza" vai começar...





São flores de plantas efêmeras que se espalham dando uma matiz singular nos solos; a frutificação das espécies em final de floração intensificam indicando uma boa safra de espécies nativas e exóticas; os pequenos animais eclodem rapidamente de suas "tocas" para se deliciarem de alimentos da floresta; os insetos polinizadores avidamente ziguezagueam em busca de seus alimentos energéticos nas flores que também os encantam e aí... 












As águas voltam a ocupar e marcar mais fortemente seus caminhos percorrendo avidamente os seus espaços, como também numa relação íntima com a natureza contribuem  para a manutenção, preservação e conservação da vida - a sustentabilidade ambiental.











Por que então não respeitar e garantir esta "sinfonia" de acordes naturais e tão afinados para hoje e amanhã termos vida e qualidade ambiental?!












segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

QUE A SUSTENTABILIDADE NO ANO NOVO SEJA PARA TUDO E PARA TODOS

Um novo ano está por chegar. Mas, porque não se experimentar solidariamente uma mudança coletiva efetivamente de atitudes?! Impossível? Não, somente experimentando mudanças de velhos hábitos que já tem sido provados e reprovados seguidamente que ou não perduram ou não satisfazem a sociedade que está bem perto daqueles que insistem em sempre "levar vantagem" em minoria.


No entanto, tem que começar por cada um de nós integrados com o ambiente no qual vivemos. Será que ainda tem sentido imaginar que será possível e viável por exemplo, um dia o homem ter uma indústria de água?!


Será que chegaremos ao momento de ter que "produzir oxigênio" para respirar porque não teremos mais verde - vegetação suficiente para garantir a vida de toda a vida dos que vivem no planeta Terra?!


Será que o prazer, o bem estar a felicidade dos humanos é ter sempre mais e muito com inúmeras tecnologias supérfluas e de alto risco para garantir a sua sustentabilidade?!
Parece até que já estamos "semirobotizados", mecanizados, frios, insensíveis como se fôssemos já apenas mais um material de consumo?! Descartáveis!!


Até onde queremos chegar com esse comportamento esdrúxulo onde o sentido solidário e humanístico ficam tímidos diante de tanto egoísmo e falta de ética desse mundo contemporâneo!! Saiamos da omissão, da passividade.

Vamos então despojarmos de tudo aquilo que de uma forma ou de outra já está bem impregnado em nosso corpo e até atingindo a nossa alma. 
Por que não experimentarmos coletivamente a verdadeira sustentabilidade da vida para preservamos o que mais caracteriza o homem, o respeito, a ética enfim a maior razão de viver - o amor.

Que o ANO NOVO não traga de NOVO as VELHAS PRÁTICAS de uma variedade de ser humano que deverá entrar em EXTINÇÃO.
Que o simbolismo do NATAL formate na mente humana um programa capaz de reinventar um Novo Humano Sábio, "contaminado de um vírus" de fraternidade e muito amor.

Bem Vindo a casa de cada um de nós, Homo sapiens var. amorus. Você sim será um grande presente para a Humanidade. Afinal o homem é a criação mais perfeita da natureza!!

BOAS FESTAS
2012

terça-feira, 22 de novembro de 2011

GAFANHOTOS ALIMENTANDO-SE DE FLORES! SERIA UMA MUDANÇA DE HÁBITO ALIMENTAR?

Os gafanhotos são também considerados insetos. Os primeiros insetos viveram há mais de 300 milhões de anos. Esses seres praticamente habitam o mundo todo, desde os desertos, passando por florestas até lugares onde exista neve. Estão presentes em todos os ambientes.


Pertencem a Classe Insecta, Filo Arthropoda, Reino Animalia, com cerca de 1 milhão de espécies, sendo a mais numerosa classe.


"Gafanhoto verde" com suas antenas filiformes localizando
o botão floral.
Uma das principais características externas de identificação imediata dos insetos é que todos possuem cabeça, tórax e abdome distintos e 3 pares de pernas articuladas. São animais invertebrados e possuem uma proteção chamada exoesqueleto. Nessas duas últimas partes, pode-se notar uma segmentação mais evidente. Na cabeça, encontram-se um par de antenas e um par de olhos não-pedunculados, ou seja, diretamente colocados junto à superfície. Esses olhos são compostos, e formam uma imagem "em mosaico". Cada unidade visual chama-se omatídeo.


Junto à boca, estão as peças ou aparelhos bucais, equipamentos especializados nos diversos tipos de alimentação dos insetos. Há aparelhos bucais trituradores como os dos gafanhotos, sugadores, mastigadores, picadores, lambedores, entre outros..


Os insetos são os responsáveis pela polinização de mais de 70% de todas as plantas fanerógamas da terra, ou seja, plantas consideradas superiores que possuem flores.
Muitos insetos estão diretamente relacionados com a transmissão de doenças para os seres humanos, como a malária, a doença de Chagas, a dengue, a febre amarela e dentre outras. A produtividade agrícola e a estocagem dos alimentos sofrem grandes perdas pela ação destruidora de muitas espécies de insetos que devoram lavouras inteiras, como os gafanhotos, ou transmitem doenças para as plantações.


Pela maneira de viver podemos dividir os insetos em solitários e sociais. Entre os insetos sociais destacam-se as formigas, cupins e abelhas, por serem mais conhecidas.


A ciência que estuda os insetos chama-se ENTOMOLOGIA (entomon = inseto do grego e logia = estudo). Em relação aos homens, muitos insetos são úteis (ex. abelhas), enquanto outros acabam sendo prejudiciais (mosquito).


Apesar de numerosos os insetos são praticamente as primeiras vítimas da degradação ambiental que vem ocorrendo como o desmatamento e principalmente com a aplicação de biocidas como os inseticidas.


E os gafanhotos que pertencem também a essa Classe zoológica chamada de INSECTA? Estariam mudando de hábito alimentar ou apenas diversificando?
Vejamos o que está ocorrendo comumente no Sítio Pinheiros, sede da Fundação SOS Chapada do Araripe, Distrito do Caldas, município de Barbalha, região do cariri cearense.


Registramos por diversas vezes a presença do "gafanhoto verde" também conhecido como "gafanhotão" alimentando-se avidamente somente de botões e flores de plantas ornamentais. As folhas dessas plantas ficam completamente intactas depois das visitas desses insetos.


Mas, quem são eles, os gafanhotos verdes?

O "gafanhoto verde" (Tropidacris grandis) é um gafanhoto encontrado no Norte e Nordeste do Brasil. Esses insetos possuem grandes dimensões e em geral atacam principalmente as folhas das palmeiras como babaçu, carnaúba e coqueiro. Também são conhecidos pelo nome de “gafanhotão”.

Gafanhotão em busca de uma flor de roseira.
Essa espécie de gafanhoto está presente em praticamente todos os ambientes, em toda a América tropical.
Alimenta-se de folhas, ou seja, são fitófagos, por isso é considerado uma praga para a agricultura.

Essa espécie de gafanhoto é considerada uma das maiores do mundo. Ele chega a medir cerca de 10 cm de comprimento.
Apresentam duas antenas filiformes e um aparelho bucal do tipo mastigador muito eficiente.


Parece que essa espécie tem hábito solitário, pois, costumeiramente não se tem visto formando grupos ou em grandes quantidades (nuvens de gafanhotos) para atacar as plantações aqui da região.

Na literatura específica não se tem registrado a alimentação comum dessa espécie de botões ou flores de diversos tipos de plantas superiores.
Possuem um par de pequenas antenas filiformes e se tem observado que eles emitem um som ao esfregarem as pernas traseiras.

O acasalamento dessa espécie de gafanhoto também ocorre durante o verão.
Conforme a literatura a fêmea desse gafanhoto costuma botar de 50 a 100 ovos de uma única vez. As larvas costumam nascer na época do inverno, das chuvas aqui do nordeste.

É, pois, então interessante e convidativo que os especialistas desenvolvam mais observações e estudos para se esclarecer essa possível mudança de hábito do “gafanhoto verde”.




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

PIAUÍ PODE TER CRATERA FORMADA NA ÉPOCA DOS DINOSSAUROS

Um grupo de pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) achou evidências de que uma cratera circular no Piauí, formada pelo impacto de um meteorito, pode ter sido gerada na mesma época em que ocorreu a extinção dos dinossauros.



O impacto teria marcado o final do período Cretáceo, há 65 milhões de anos. Se a hipótese se confirmar, a cratera piauiense teria surgido no mesmo período que a de Chicxulub, no México - colisão que é a causa mais aceita para o sumiço dos dinossauros e de mais de 70% da biodiversidade da Terra naquela época.

A equipe da Unicamp analisou a estrutura circular de Santa Marta, em Gilbués, no Piauí, para estudar sua origem e o processo de degradação de terras da região.
O Brasil - assim como toda a América do Sul - tem poucas estruturas de impacto de aspecto circular comprovadas. "Mas há um conjunto significativo de estruturas circulares conhecidas que carecem de investigação", explica o engenheiro geólogo Carlos Roberto Souza Filho, coordenador do trabalho.



CONJUNTO DE PISTAS

Para os pesquisadores da Unicamp, Santa Marta reúne muitos elementos que corroboram sua origem por impacto de meteorito.
"Encontramos praticamente todas as feições macroscópicas, como cones de estilhaçamento, e microscópicas, como deformações em quartzo, que sinalizam a passagem de ondas de choque e a deformação de materiais relacionados a um impacto."
Os pesquisadores notaram ainda que a desertificação da região pode ter sido causada pela colisão do bólido.



"As rochas estão fragilizadas em virtude de denso fraturamento causado pelo impacto. Essas fraturas parecem ter potencializado a erosão, o que pode ter contribuído fortemente para o amplo processo de degradação de terras", analisa o engenheiro geólogo Juliano Senna, que também é da equipe.
As rochas mais novas atingidas pelo meteorito correspondem a sedimentos depositados na região no final do período Cretáceo.
Isso significa que há uma possibilidade de que o meteorito que formou Santa Marta esteja na mesma janela temporal do impacto que criou a cratera de 180 km de diâmetro de Chicxulub.
Se a hipótese for comprovada, a cratera do Piauí será a única até hoje identificada no hemisfério Sul formada no mesmo período da famosa cratera mexicana.

PANCADARIA

Essa identificação temporal é importante porque uma das hipóteses em debate hoje em dia considera que o impacto no México pode ter sido acompanhado por outros simultâneos em várias regiões da Terra.
"Mas ainda estamos no campo da especulação. Muitas análises sofisticadas sobre as amostras coletadas no campo serão necessárias para que tenhamos alguma confirmação dessas hipóteses", enfatiza Souza Filho.

"Essa é uma investigação demorada, de geoquímica de precisão, que depende de métodos específicos e bastante onerosos", complementa Senna.
O trabalho de Souza Filho com crateras formadas por impactos de meteoritos já tem uma década.
Em 2002, ele publicou um artigo na revista "Science" sobre os impactos na Argentina, onde há o quinto maior campo de tectitos ("vidros" gerados pela colisão de meteoritos) do mundo.
Agora, os cientistas submeteram o trabalho sobre a cratera Santa Marta para revistas especializadas em geologia e ciências planetárias.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 25 de outubro de 2011

PESQUISAS EM “RATOS PELADOS” TRAZEM PISTAS PARA ESTUDOS ANTIVELHICE

Será que o segredo da juventude eterna se esconde no DNA de um rato pelado? Colocada nesses termos, a possibilidade parece absurda, mas o genoma do roedor desnudo em questão o rato-toupeira-pelado, ou Heterocephalus glaber, como preferem os cientistas, talvez traga pistas importantes sobre como mamíferos como eles e nós envelhecemos e lidamos com o câncer.

Isso porque essa criatura sui-generis, cujo DNA decifrado está sendo apresentado na edição de hoje da revista científica "Nature", é o Matusalém dos roedores.
Enquanto ratos mais vagabundos, como os que povoam esgotos e biotérios de universidades, têm expectativa de vida de uns dois anos, o H. glaber, nativo da savana da África Oriental, pode até chegar à casa dos 30.

À PROVA DE CÂNCER

O bicho aparentemente consegue isso sendo extremamente refratário a tumores, por exemplo. Em laboratório, os pesquisadores têm até dificuldade de induzir a formação de cânceres na espécie.

Também é quase imperceptível o processo de envelhecimento das criaturas. A mortalidade não aumenta com a idade (menos quando se chega perto da longevidade natural do bicho, claro), e a fecundidade também é alta durante a vida toda.

Alta, quer dizer, para os poucos ratos-toupeiras-pelados que conseguem se reproduzir.
Ocorre que o bicho é o paralelo mais próximo com os insetos sociais (como abelhas e formigas) no mundo dos mamíferos. Isso significa que, como as abelhas, os ratos têm "rainhas" e elas são as únicas fêmeas do grupo que se tornam mães.

Grandalhonas de novo, assim como ocorre com as abelhas-rainhas, as fêmeas reprodutoras têm características hormonais especiais, suprimindo o desenvolvimento das companheiras.

A rainha se une a um pequeno número de machos, enquanto o resto da colônia é estéril, adotando funções de operários (abrindo os túneis onde os bichos vivem) ou soldados (defendendo o grupo de invasores).

SEGREDO NAS PONTAS

Essa lista de características únicas pode ser vista por um novo prisma graças ao genoma recém-soletrado, trabalho que foi coordenado por Vadim Gladyshev, da Escola Médica de Harvard (EUA).

Para começar, os pesquisadores verificaram que, entre os genes do bicho que os diferenciam dos demais mamíferos, estão os que coordenam a estrutura dos telômeros, as pontinhas dos cromossomos, os quais abrigam o material genético. Os telômeros estão justamente ligados à divisão e ao envelhecimento das células.

A tendência é que, conforme as células se dividem e envelhecem, os telômeros encurtem, e isso leva a uma série de problemas bioquímicos. Os bichos, pelo jeito, acharam um modo de contornar esse fenômeno comum.

Os dados de DNA também indicam que a criatura é mais eficiente na hora de fazer uma faxina nas proteínas do organismo que sofreram danos. E também mantém em funcionamento pleno as mitocôndrias, usinas de energia das células, durante todo o seu período de vida.

Finalmente, os pesquisadores liderados por Gladyshev também acharam genes que ajudam o bicho a sobreviver em condições de baixo teor de oxigênio. Agora, o desafio é aplicar os dados em estudos sobre doenças que afetam seres humanos.

TEÓRICO PREVIU BICHO

Quem diz que a teoria da evolução é incapaz de fazer previsões sobre uma forma de vida que ainda está para ser descoberta deveria ser apresentado aos ratos-toupeiras-pelados.

Isso porque, nos anos 1970, o zoólogo americano Richard Alexander sugeriu que hábitos sociais como os de abelhas e formigas poderiam muito bem evoluir entre mamíferos, se as condições fossem adequadas.

Para que isso ocorresse, ele afirmou que a espécie em questão teria de ser um roedor, vivendo debaixo da terra nos trópicos africanos, em ninhos facilmente defensáveis e com fonte de comida abundante na forma de grandes tubérculos.
Na época, os ratos eram conhecidos, mas nada se sabia sobre seus hábitos. Alexander estava certo.

Fonte: Folha-Ciência
Reinaldo José Lopes, Editor de Ciência e Saúde


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

FUNDAÇÃO SOS CUMPRINDO A SUA MISSÃO - EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

A Fundação SOS Chapada do Araripe no ano em que completa sua maior idade, 18 anos, vem implementando dentro do Programa: "Trilhas do Cariri", o Projeto de Educação Ambiental com o soldadinho-do-araripe, no sentido de contextualizar as principais questões ambientais da região do cariri cearense com a o desenvolvimento sustentável.


A prioridade é a de se fazer uma alfabetização ambiental, especialmente no tema de sustentabilidade através de atividades de campo e oficinas que objetivam a compreensão da forma mais simples dos princípios básicos que regem essa prática.


Trilha da Grota
Trilha dos Fósseis
A maioria das atividades ocorre na sede da Fundação SOS Chapada do Araripe, no Sítio Pinheiros, área da APA da Chapada do Araripe, no Distrito do Caldas, município de Barbalha, Ceará.



Visão geral do lago e Chapada do Araripe ao fundo.
Nesta primeira etapa do projeto a prioridade é para os alunos do ensino fundamental e médio onde a aprendizagem tem como base a interpretação visual do ambiente da floresta. Os participantes conhecem de perto alguns dos recursos naturais da Chapada do Araripe como: fontes naturais e córregos, a mata ciliar e espécies vegetais como pequi, cipó de caititu, murta, araticum, torém, algumas aves, répteis , insetos e projetos sustentáveis, dentre outros.

Apresentação de vídeo educativo no espaço socioambiental da Fundação.
Observação dos recursos naturais da floresta, na Trilha do "Pensador".
Da esquerda para direita:  Prof. Cristiano,  da  Escola  São  Francisco; Prof.
Mauricio Freire, presidente da Fundação; Aluno da Faculdade Leão Sampaio;
Renato Almeida, proprietário do Sítio Pinheiros e parceiro.
Ponte sobre o "córrego" que atravessa o Sítio Pinheiros.
Interpretando as trilhas
Banner explicativo de educação ambiental
A programação ocorre sempre no período de sexta-feira a domingo, nos horários da manhã e tarde.
No Sítio Pinheiros, parceiro da Fundação, área da sede da Fundação há um restaurante, área de acampamento e hospedagem em chalés que facilitam toda o apoio logístico para a permanência dos participantes durante todo o período do curso e demais atividades.

Um dos chalés de hospedagem dos visitantes, no Sítio Pinheiros.
Área de camping, no Sítio Pinheiros.







Restaurante do Sítio
Lagarto tipo "iguana"
"Cipó de caititu", espécie vegetal utilizada no artesanato.


"Sabiá", pássaro comum no Sítio Pinheiros.

Área  experimental  de  plantio de mudas (em copos de bambu) de espécies 
relacionadas com o habitat do soldadinho do araripe.
Fruto de "araticum"
Área piloto do Projeto Mata Ciliar
Trecho do "córrego" em recuperação da mata ciliar.
Orquídea em floração
Árvore de "pequi" em floração.
Fungos comuns na área dos córregos
 Maiores informações poderão ser obtidas através dos e-mails: fsoschaparipe@gmail.com e mauricio.telesfreire@gmail.com